Pesquisa CNT: Lula lidera com 41,3%, Bolsonaro tem 26,6%; Ciro e Moro empatam com 5,9%

Já na coleta espontânea (sem as indicações dos candidatos), Lula soma 27,8% da preferência popular, enquanto Bolsonaro teve 21,6% das citações. O número de indecisos no modelo ficou em 38,9%

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o cenário eleitoral para 2022, com 41,3% das intenções de voto, segundo nova pesquisa eleitoral da Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta segunda-feira, 5. Na sequência, aparecem o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), com 26,6%, Ciro Gomes e Sérgio Moro empatados, com 5,9%, e João Dória, com 2,1%.

Brancos, nulos e indecisos somam 16,4% das intenções de voto. Os dados se referem à pesquisa estimulada de intenção de voto dos eleitores – quando são apresentados, ao entrevistado, opções de candidatos. Foram realizadas 2.002 entrevistas presenciais, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.

Confira: Voto espontâneo:

Lula (27,8%),

Jair Bolsonaro (21,6%),

Ciro Gomes (1,7%),

Sérgio Moro (0,7%),

João Dória (0,7%),

Outros (1,5%),

38,9% dos entrevistados estão indecisos em relação ao voto para presidente em 2022.


Já na coleta espontânea (sem as indicações dos candidatos), Lula soma 27,8% da preferência popular, enquanto Bolsonaro teve 21,6% das citações. O número de indecisos no modelo ficou em 38,9%. Ciro (1,7%), Moro (0,7%) e Doria (0,7%) foram lembrados em menores proporções.

Voto estimulado:

Lula (41,3%),

Jair Bolsonaro (26,6%),

Ciro Gomes (5,9%),

Sérgio Moro (5,9%),

João Dória (2,1%),

Henrique Mandetta (1,8%),

branco/nulo (8,6%) e indeciso (7,8%).


O levantamento também traz a avaliação do governo Bolsonaro, além de opinião sobre tipos de urna eleitoral. A pesquisa traz ainda a percepção da população sobre questões relacionadas à situação do país para emprego, saúde, educação e segurança pública. Os dados indicam, ainda, a visão dos entrevistados em relação à avaliação do ensino remoto e a opinião sobre o retorno às aulas com o avanço da vacinação.


O POVO